terça-feira, 8 de agosto de 2017

Acostumar


Acostumar




Acostumar.
A costa, o mar.
Encosta
no meu ombro e vê
o sol raiar.

Vamos nos deitar
à costa, ao mar

Acostumar.
Acosta, o mar
à costa.
A onda vem
te ver chegar.

Vamos nos deixar
acostumar.

Acostumar
à costa, ao mar.


Uma cançãozinha besta pra tocar na areia só com um violão e um nascer de sol. (e pq foi só o que rolou pra ao menos atualizar issaqui)
 

3 comentários:

Artur Urameshi disse...

Boa tarde Rodrigo Oliveira!

Gostaria de saber se você poderia me ajudar.

Há muito tempo conheci uma garota, Ana Gabriela Lobo, leitora do seu blog, com qual você já se comunicou.

Não consigo falar com ela. Ela sumiu da minha vida... é como se eu estivesse acordando de um sonho... Ela me traz paz...

preciso falar com ela, você teria o contato dela? Você teria como falar com ela de alguma forma. Você teria o FAcebook dela?

Me ajuda..... por favor...

Ana Gabriela Lobo disse...

Que doce poesia nos acostumar com a costa ao mar. Não seria difícil, mas sim prazeroso. Obrigada por atualizar esse cantinho, Rodrigo.

Deixo aqui minhas saudades, do mar e dos seus escritos.
Até logo!

PS: Artur, te deixei uma mensagem no twitter, confere lá. Até breve <3

Rodrigo Oliveira disse...

Um desencontro, um reencontro. Quem diria que a poesia se esconderia nos comentários de um blog quase esquecido. Cada pixel se justifica, enfim, como cada verso sempre pretendeu.